Meu Perfil:

Nome: José Paulo de Andrade Filho
Idade: 28
Signo: Peixes
Ascendente: Peixes
Cor: Vermelho
Sapato: 41
Olhos: Castanhos claros-esverdeados
Cabelos: Castanhos claros e curtos
Altura: 1,75m
Peso: 66kg
Estilo: Casual
Trabalho com: Turismo
Meu aniversário: 07 de março
Outras línguas: Inglês e Espanhol
Religião: Nenhuma oficial - Considere Espiritualista
Drogas: Tô fora
Estado Civil: Solteiro
Ficção: Vampiros
Realidade: A existência
Tesouro: Minha família
Dinheiro: Necessário
Resido em: Santos - SP
Et's: Et, humm, não posso traí-los...rs
Música: Qualquer uma que eu goste
Pra dançar: Dance, Techno Dance, House, Chilling, Trance, Techno, Pop, Rock, Pop Rock, enfim, o que balançar o corpo, a mente e a alma.



Coisas que adoro:
Amor, escrever, ler, filmes, música, sexo, viajar, dançar, conversar, espiritualidade, sinceridade, amizade, ser feliz, fazer alguém feliz, namorar, internet, comprar, inspiração, sorrisos, desejos, mistérios, dormir, sonhar, voar, ensinar, aprender, dominar, viver, andar, dizer aos meus amigos: EU TE AMO, minhas irmãs, conhecer as pessoas, ler em seus olhos, abrir meu coração, ouvir, ver a lua cheia, vampiros, histórias de criança, etc.



Coisas que odeio:
inveja, ciúme, falsidade, burrice, falta de originalidade, indiferença, falta de atenção, pessimismo, mau-humor, frieza, mentiras, desprezo, melancolia, tédio, insensatez, falta de razão, brigas, discussões tolas, possessividade, avareza, pobreza de espírito, falta de criatividade, inconsistência, volubilidade, ódio, guerras, sangue derramado, falta de fé, desesperança, desconforto, dor, doenças, conclusões precipitadas, intimidação, afrontas, orgulho, egoísmo, torturas, falsa-moral, entre outras coisas.



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5/9/2006 07:33:55 PM

RE-PROCESSO

Eu vejo meus lamentos quais ungüentos
Saboreando a cura da dor realmente sentida,
Altiva em seus conclamas de atenção,
Sofrida em seu processo de íntima recuperação.

Eu vejo os sinais do corpo que apontam
Para o desequilíbrio inequívoco e desmontam
A rigidez da crença pura e firme na imortalidade
Que vilipendia o teor da tenra relatividade.

Eu ouço os augúrios de insensatez lançados
Aos ventos da desesperança alçados
Como brados intrépidos e senis
De afirmações vãs, tolas e pueris.

Eu admito que não há razão sem conclusão,
Mesmo que seja possível o queixume ou extorsão
Do que resta como única sentença na vida
Para que o homem caminhe de fronte erguida.

Eu não conheço os regalos da eterna cupidez,
Nem os abstêmios que, com irônica rapidez,
Se lançam ao abismo da amarga intolerância
Tentando abduzir, de si, amor e ignorância.

Eu antevejo o fim, do que sequer começou,
Como uma prévia do que antes esboçou
O covarde e insano detentor de honrarias
Julgando-se provedor de corretas ironias.

Eu admiro o sábio por sua alma cordata,
Mente perspicaz e por si mesma correlata.
Entretenho-me com suas idéias e qual ourives
Transmuto minh¿alma n¿Aquela que vives.


José Paulo de Andrade Filho
09/05/06


Rabiscado por Apanhador de Sonhos

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5/7/2006 11:44:58 AM

COGITAÇÕES

Eu devia encontrar uma razão para continuar
Amando mais que tudo, continuar procurando.
Mas sinto que o amor meio que se perdeu neste mundo
Tentando encontrar soluções para um desgaste profundo
Que se deu na grande maioria dos corações humanos.

Eu devia entender que os corações são terras
Que mal cuidadas se tornam áridas e pedregosas,
Inférteis, na maioria das vezes, para sentimentos maiores,
Dolorosamente infrutíferas para cultivos de emoções
Que poderiam se projetar além de cogitações orgulhosas.

Mas seria possível cogitar a respeito d¿outros conhecimentos
Que não aqueles que possuímos com o tato da experiência?
Seria possível deixar-se levar por um embalo emocional
Que nos empurra a um querer quase anacrônico
E que à razão impõe uma certa disfunção e a silencia?

Talvez eu devesse ser mais maleável com minhas idéias,
Talvez eu devesse buscar explicações mais simples
Que aquelas que o coração tenta enganar a razão. Ou,
Simplesmente, atribuir a esta, qualitativos imperiosos,
Como se inimiga fosse dos aumentativos do coração.

No entanto, eu percebo que há sempre uma grande luta,
Uma guerra mais das vezes ignominiosa, nenhuma permuta,
Entre os quereres ambiciosos do coração, numa paixão desmedida,
E os haveres da razão que ambiciona, em sua própria medida,
O que, nenhum dos dois, realmente possui - por precaução.

Eu devia saber que os sentimentos por si só são simples,
Que os quereres de uma mente ambiciosa são difíceis
E que as vontades de uma alma sedenta de paixão
Não são nada fáceis de argumentar além de si mesma
Em suas intermitências constantes e possessivas.

Eu devia saber que não se deve procurar nada disso
Que não se deve perder tempo com o que não tem tempo
Para perder. Pois o tempo do querer muitas vezes se engana
- Entre o prazer do haver, por aquilo que, amando, se quer,
E o de entender que, nem sempre, se pode ter.


José Paulo de Andrade Filho
07/05/06


Rabiscado por Apanhador de Sonhos

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5/4/2006 08:15:50 PM

ALMA INFINITA

Voa alma infinita, voa sempre além.
Voa para onde alcança o pensamento,
Para onde nem sequer o vento
É capaz de ir também.

Voa alma sem fim, voa além do ar.
Voa para onde um simples suspiro
Torna-se maior que um giro
Neste eterno regurgitar.

Voa alma de luz, voa como um sol.
Voa para onde o universo começa
Para onde nada te impeça
De nunca estar só.

Voa alma de vida, além da criação.
Voa acima do espaço infinito
Eleva a voz em grito
Se for esta a intenção.

Agita as asas da esperança, alma infinita.
Nunca perca sua noção pura de voar
Amplia tua consciência e permita
No eterno etéreo seu lar encontrar.


José Paulo de Andrade Filho
05/05/2006


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4/26/2006 06:32:22 PM

DOCE LEMBRANÇA - INFÂNCIA

Vão-se, um tanto longe no tempo, as memórias
Dos tenros tempos de infância, em que outrora,
Achava-me arredio ao que ainda não entendia.

Me pego então a pensar,
Como crianças que éramos:

Víamos passar os dias sem fim, doces auroras,
Em que as brincadeiras esqueciam as horas
E somente brincar aos amigos convinha.

Éramos felizes em nossas "traquinas armações"
Admirando com espanto dos adultos as amolações
Traçadas em ameaças às vezes nada furtivas.

Por um momento o medo nos envolvia
Os olhos esbugalhavam, uma lágrima corria,
Para logo voltarmos ao que hoje é nostalgia.

Caprichávamos nos temperos da indisciplina,
Mas não a tomávamos como a um "traquina",
Pois eram, para nós, colações tão normais...

... que sofrer depois dos pais o temido corretivo
Fazia-nos lembrar depois do lenitivo
Que haveria outro dia, quando viria muito mais.

Lembro-me do sorriso doce de nossas mães
Quando nos pedia para comermos os pães
Num café da manhã que não queríamos tomar...

... pois as horas da noite foram de muito tão longas
Que até perdemos nossas malfadadas, cafonas "congas",
Devido ao sono que não tivemos pelo muito brincar.

Foram dias insistentes, hoje para nós tão saudosos,
Não havia medo, mesmo sendo chamados de medrosos;
Não havia temor da vida que vivíamos
Porque tão rápida a turbulência inocente surgia
Logo em arroubos de carinho a esquecíamos.

A infância nos legou a pureza dos sentimentos
Que ao longo dos anos logramos quase esquecer,
Até que em calorosos e plenos momentos
Ela ressurge em alguém nos fazendo estremecer...

... e lá se vêm todas aquelas memórias à tona
Correm assíduas, velozes em maratona,
Trazendo-nos à vista -
O que nunca deixamos de ser:

"Meninos e meninas levadas -
Pelo vento da esperança
Que atravessa o tempo se reencontrando no futuro
Para nunca deixarmos morrer
Aqueles tênues fios de uma sempi-terna lembrança."


José Paulo de Andrade Filho
26/04/2006


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4/18/2006 03:43:12 PM

... DE MIM MESMO

Deixe que eu não me aborreça
Por pensar que sem ti seria um átimo
Perdido em um segundo de loucura,
Em que a desventura como companheira,
Me levaria a uma soberba negligência
/de mim mesmo.

Deixe que eu não me importe
Com a dor suprema da sorte
Que ilude insana a inocente espera,
Desvelando caprichosa lembrança
Sem sequer atinar sobre as memórias,
/de mim mesmo.

Deixe que eu não veja passar os dias
Nem me assuste demais com as horas
Da fonte que não deixa secar o tempo,
Que mantêm em si o firmamento
E as estrelas cintilantes, eternamente vibrantes, acima
/de mim mesmo.

Deixe que eu me permita um simples, que seja,
Momento de fortuna, de alegria e paixão.
Deixei que eu não me arrisque somente no risco,
Mas faça dos meus instantes, sem medo,
Uma epopéia de pequenas proporções, além,
/de mim mesmo.


José Paulo de Andrade Filho
18/04/2006


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3/20/2006 10:35:25 PM

SOMBRA

Abro meus olhos à sombra da noite,
Deixo correr célere meu pensamento desavisado.
Vejo tombado meu capricho desonroso,
Enquanto meu fardo toca pesado num enfado pesaroso.

Avisto sem visto uma sombra a chegar
Sobraçando envergaduras, apinhando diabruras;
Não existe agruras, nem lamúrias torrenciais,
Se sobram desventuras a débeis corações glaciais.

Desvio meu olhar da sombra noturna,
Que em vão meu coração tenta tola anuviar;
Chega a parecer insolente, tendo basicamente, em mente,
Uma razão qualquer para, de mim, me desabrigar.

Não há solturas que me circundem,
Nem sombras profundas que me afundem
Nesse escarcéu doloso em que se encontra pomposo
O desequilíbrio insano do que vocifera sem ação.


José Paulo de Andrade Filho
20/03/06


Rabiscado por Apanhador de Sonhos

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3/10/2006 03:29:51 AM

EU QUERIA

Eu queria abrir meu coração
E encontrar ressonância em outros.
Queria sentir a graça da vida
Como uma criança que se delicia
Mergulhando nas águas doces de um rio.

Eu queria meus sonhos desfrutar,
Vê-los se tornarem realidade
Como uma idéia, nascida do íntimo da consciência
E que encontra na realidade seu justo domínio.

Queria que os braços
Não dessem somente abraços cordiais,
Mas que dilatassem nobres emoções
De seres humanos que, absolutamente,
Aprenderam já a se amar.

Eu queria o prazer de um sorriso,
Sem a malícia que reverbera desconfiança,
Sem a hipocrisia que gera indiferença,
Sem o escopo irrisório da maledicência.

Queria navegar por entre olhares de doçura
Que festejam o encontro de almas,
Que alimentam afetos redivivos,
Que fomentam o ardor da amizade.

Queria ver o nascer do sol mais vezes,
E o seu poente se completando iminente,
Apresentando a certeza do recomeço.
Queria o desfilar das flores,
Em jardins de paz e descanso,
Em quintais de casas familiarizadas
Com a riqueza dos afetos bem nutridos
Pelos sentimentos que regem encontros de amor.

Queria que meu coração encontrasse o ritmo
Da sinonímia calorosa da compreensão,
Do pródigo entendimento gratuito,
Da aceitação cônscia em amor fraternal.

Queria descrever vidas felizes,
Repletas de acontecimentos de sucesso,
Reencontrar momentos vividos,
Amigos há muito conhecidos
E pormenores nada inglórios.

Queria desbravar mentes geniais,
Conhecimentos além dos habituais
E a sabedoria dos mestres inesquecíveis.
Queria ser um alguém em mais alguém,
Encontrar a ressonância do amor aqui, não além,
Do que as esperanças sempre nos prometem.

Queria o fim das guerras inglórias,
Das batalhas geradoras de morticídios,
Das disputas incautas,
Travadas a esmo sem objetivos construtivos.

Queria bons dias mais sinceros,
Elogios mais dinâmicos
Entre boas noites mais vivas.
Queria do mundo respostas mais honestas,
Das pessoas mais vivacidade,
Dos gestos mais tenacidade
E das escolhas, mais verdades.

Eu queria a lágrima do lenço que a enxuga,
Queria o rubro do sangue derramado,
Queria o grito do choro não contigo,
Para transformá-los no brilho de sorrisos.

Queria o encanto da felicidade
Conquistada pelo prazer de vencer com escrúpulos,
Para perceber que tudo mais que eu queria,
Era não querer o que quero tanto,
Por já ser, sem ser preciso desejar.


José Paulo de Andrade Filho
11/03/2006


Rabiscado por Apanhador de Sonhos

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3/4/2006 04:53:41 AM

MEU PASSO

Castro o meu passo
Como quem castra um sonho.
Na busca incessante por amor em contingente
Me perco cedendo aos ditames
Do que não se deve ouvir
Mesmo quando a atenção nos chama.
Deixo seguir minha vontade insana,
Tresloucada que seja nesta aventura,
Como um pássaro sem ninho
Sortido aos céus sem ventos,
Desejoso que seja dum galho sem folhas.
Ouço grunhidos perenes afora
Longe das ânsias correntes de agora
Como um laço que me tenta
A pecar.
Me abstenho do meu passo
Loucamente insano que persegue
Um caminho sem volta
Nesta terra de inóspitas paragens,
Para me agregar ao desconhecido do que já não sei
Me toma por inteiro e convence
A seguir adiante procurando
O que nunca encontrei.
Estas são palavras de um passo não dado,
Emperrado nas brumas da própria indecisão,
Que além de servir aos pés calejados
Também sustenta,
O que não carrega,
Um solitário coração.


José Paulo de Andrade Filho
04/03/2006


Rabiscado por Apanhador de Sonhos

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2/16/2006 02:47:53 AM

DESCONEXA INOCÊNCIA

Saiu sozinha a matutar
Quem mais bem queria sem negar
Que o amor de sua vida havia
De chegar daquela correria
E em seus braços descansar.

Alma bela em transe e êxtase
Sem períodos de humor ou fase
Que fizesse arrefecer o torpor
Ou de seus olhos tirar a cor
Do que não se conhece por base.

Sem orientação própria no seguir
Sozinha em plagas sem sentir
Chorando cartas de amarga saudade
Não prescreveu sua tenra idade
O desconexo do sucumbir.

Sem alívio para lamentos
Sem mel sem sabor nem unguentos
Quedada no ardor da areia quente
Abraçada à sombra do sol poente
Mergulhou em seus tormentos.

Abriu em símbolo o coração
Depredado por uma vã emoção
Perseguiu com afã a esperança
Mas não encontrou bonança
Que aplacasse tão louca confusão.

Ainda sozinha em precipício
Lançando mão do seu amor em vício
Reverberou sua voz de dor latente
Em desesperado grito insolente
Amargurado som sem ofício.

Aterrada mortalmente em sua lisura
Presa por laços de tórrida mistura
Fechou-se a boca em fatal silêncio
Gritando pra si em total incêndio
Calar para sempre sua insana loucura.


José Paulo de Andrade Filho
15/02/2006


Rabiscado por Apanhador de Sonhos

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2/9/2006 09:14:34 PM

É PRECISO O QUE NÃO É PRECISO

Não é preciso buscar nas loucuras
Razões consideráveis para o prazer,
Como não é preciso prazer excessivo
Para a paixão que se deseja ter.

Não é preciso pintar quadros de dor
Para ratificar os dramas da paixão,
Como não é preciso o fel da vingança
Para amainar loucuras do coração.

Não é preciso o desprezo excessivo
Por parte de quem sofreu rejeições,
Como não é preciso o vel da indiferença
Para acobertar tolas intenções.

Não é preciso saciar o desprezo
Espezinhando tormentosos maltratos,
Como não é preciso saciar-se à esmo
Perdendo-se em insólitos fatos.

É preciso, apenas:

Deixar calar a voz da intolerância
Ponderando razões sem reentrâncias,
Que minam esperanças em reticências.

Basta agir com o tom da paciência
Que revela à consciência
O valor insuperável da concordância.


José Paulo de Andrade Filho
09/02/2006


Rabiscado por Apanhador de Sonhos

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*Esse template foi feito por: Átilla (Boi®)*

ADVERTÊNCIA

Gostaria de informar que os textos aqui postados são de minha autoria. Em cada um deles vocês verão os créditos ao meu nome. Caso se interesse por algum deles, é só me escrever e pedir que terei o maior prazer em enviá-los. Há um link abaixo para me mandar email. Textos que não forem meus serão identificados. Aos que, por acaso, fizerem mau uso, uso indevido ou não autorizado destes textos serão punidos na forma da lei. Obrigado.



Galera, a partir de hoje, 09/11/2005, estarei assinando todos os meus escritos com meu nome completo. Obrigado.

Pensamento:

"Às vezes, a felicidade é absorvida pela incerteza da vitória e confrontamos o medo, que alimentamos inadvertidamente dentro de nós mesmos, como uma forma de nos protegermos - mas do que exatamente, dificilmente sabemos. Quando percebemos que há mais nos constrangendo que simplesmente o medo contínuo de tentar é porque nossas esperanças já se tornaram vãs em relação aos nossos sonhos. Por isso, nunca deixe de sonhar, mesmo que os pesadelos sejam entraves a pertubarem enormemente seus anseios. Lembre-se sempre que a felicidade está condicionada ao seu bem- estar, à sua predisposição em ser alegre, bom, verdadeiro consigo mesmo(a), sem ser extravagante, sem ser opulento, sem qualquer distorção de que só se conhecendo, se amando, se dando o devido valor, a devida atenção, angariarás o equilíbrio íntimo e a certeza de que só se é feliz quem se dá sempre uma chance."

José Paulo


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